quinta-feira, 17 de abril de 2008

Opinião Ativa - Bush para papa: o mundo precisa de uma lei moral


O presidente dos EUA, George W. Bush, fez uma cerimônia de boas-vindas regada de elogios e apoio ao papa Bento XVI. O pontífice chegou aos Estados Unidos na última terça-feira, 15, mas o discurso oficial de boas-vindas aconteceu na quarta-feira, no que foi o último encontro do papa com Bush como presidente. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, o presidente Bush disse ao papa que "os Estados Unidos e o mundo precisam ouvir sua mensagem, que Deus é amor, que a vida é uma e sagrada e que todos devemos ser guiados por uma lei moral comum". Em seu discurso de boas-vindas na Casa Branca, o presidente disse que "os corações do povo americano estão abertos à sua mensagem de esperança".

(Estadão)


Nota: Sabendo que o presidente americano George Bush é protestante, qual foi a intenção da visita do Papa Bento XVI aos Estados Unidos? Dê a sua opinião ativa!


quinta-feira, 10 de abril de 2008

Opinião ADCampos! - Caso Isabela Nardoni

Queremos a sua opinião!

Muito se ouviu falar esta semana sobre casos de violência em que filhos e pais estão envolvidos. Os jornais, televisão e rádio, como também outros veículos, só estão divulgando enfaticamente sobre este assunto. Segundo declarações da polícia sobre o "caso Isabella Nardoni", o crime está quase resolvido. A bíblia revela que nos finais dos tempos o amor de muitos esfriaria (Mat. 24:12). A palavra de Deus quando se refere à falta de amor, está excluindo a questão familiar? Será a tentativa de satanás em destruir a primeira instituição estabelecida por Deus? Dê a sua opinião!




sexta-feira, 4 de abril de 2008

Afinal, quem são os adventistas?

"Não confinem a espiritualidade aos bancos da igreja", disse o presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pastor Jan Paulsen, em seus comentários a um grupo de líderes denominacionais, com o objetivo de inspirar mais envolvimento comunitário consciente por parte dos adventistas. "A conduta dos fiéis dentro da comunidade é uma "confirmação ou negação de nossa fé", declarou Paulsen, acrescentando que "o silêncio pode ser uma falha tanto quanto falar palavras errôneas". Dirigindo-se aos membros do Concílio de Evangelismo e Testemunho, reunidos na sede mundial da Igreja, próximo a Washington, D.C., Paulsen declarou que a fé adventista não deveria existir somente nos livros ou nos arquivos da Igreja. "A fé que possuímos não é mais bem explicada por acadêmicos ou teólogos. Nossa fé encontra sua maior expressão nas palavras e ações diárias dos adventistas, em suas comunidades", disse Paulsen.

Paulsen fez referência também a uma pergunta fundamental: "Quem são vocês adventistas, afinal de contas?" – indagou-lhe um repórter em recente entrevista pela TV Bloomberg. Paulsen declarou que os adventistas precisam preencher essa lacuna [de não serem conhecidos] sendo "vistos e ouvidos. Desejamos que o público nos conheça", disse.

"Há momentos em que se deve dar um passo atrás e considerar como a sua vida é percebida aos olhos de alguém que não compartilha a sua fé", disse Paulsen. "Como você deseja ser visto pelas pessoas?", perguntou, sugerindo várias características que os adventistas deveriam demonstrar, entre elas, a compaixão, a tolerância, o respeito e a generosidade.

Os adventistas deveriam ser conhecidos como "batalhadores da liberdade", disse Paulsen, "não do tipo violento, e sim como aqueles que trabalham não somente pelas pessoas que compartilham nosso ponto de vista, mas por todos, a despeito de suas crenças". Paulsen citou os esforços da Igreja para promover a liberdade religiosa em todo o mundo, e acrescentou: "Desejo que o público pense nos adventistas como os mais fortes defensores da liberdade – liberdade de pensar, liberdade para manter convicções e liberdade de comunicá-las."

A respeito das convicções mantidas pelos adventistas, Paulsen declarou que o compromisso da Igreja para com a educação e o viver saudável são as duas formas pelas quais os adventistas podem influenciar a esfera pública oferecendo algo relevante, e não algo que cause divisões.

Durante a discussão que se seguiu aos comentários de Paulsen, outros líderes da Igreja fizeram observações semelhantes. "Houve épocas no passado em que a única ocasião em que o público nos via era quando estávamos pedindo donativos ou tentando convertê-los", disse o diretor de Missão Adventista, Gary Krause. "Penso que devemos ter sempre essa ambição de levar as pessoas a Jesus. A menos, porém, que as pessoas vejam que nos preocupamos com elas, mesmo que jamais se tornem adventistas, nunca seremos vistos como uma Igreja que revela esse interesse pelas pessoas."

"As pessoas estão mais preocupadas com quem nós somos do que com o que dizemos que somos", acrescentou Handysides em seus comentários a respeito do papel da saúde nos trabalhos evangelísticos da Igreja. "O evangelismo permite que vejam somente o que desejamos que vejam. No entanto, o testemunho, quer gostemos ou não, permite que vejam quem realmente nós somos."

"As pessoas deveriam ver os adventistas como pacifistas, e não como pessoas que se esquivam em defender os direitos dos outros", comentou Paulsen, observando o problema da Igreja em não reagir ao genocídio de Ruanda. "O silêncio em face do mal é cumplicidade com o que há de errado", disse. "Falemos do púlpito e mostremos, por nossas ações, que nos opomos a qualquer coisa que instile o ódio ou inflame a violência."

Paulsen fez então um apelo aos líderes da Igreja, em particular, para "evitarem contaminar a Igreja" tanto quanto possível com o "aroma da política partidária". Os adventistas devem ser "pessoas de integridade" numa época em que a "corrupção de todos os tipos domina as manchetes dos noticiários".

"Desejo que os adventistas sejam conhecidos como pessoas honestas, que ensinam e praticam a moralidade; pessoas com os mais elevados padrões éticos, pessoas que falam contra a ambição e contra atitudes egoístas que causam tanto mal à sociedade", finalizou.

fonte: site michelsonborges.com

quarta-feira, 19 de março de 2008

A Globo e seus crentes deformados

A revista Veja desta semana trata de uma polêmica levantada pela novela Duas Caras a respeito dos evangélicos. Segundo a matéria, "a evangélica Edivânia (Susana Ribeiro) deu um show de intolerância na novela Duas Caras. Seus alvos eram o gay Bernardinho (Thiago Mendonça), a ex-drogada Dália (Leona Cavalli) e o garçom Heraldo (Alexandre Slavieiro) – que vivem um triângulo amoroso na favela da Portelinha. Ao saber que os três haviam comprado um colchão king-size, Edivânia dirigiu-se à casa deles acompanhada de uma multidão. Com a Bíblia em punho, vociferou: 'Pelas trombetas de Jericó, vamos extirpar o demônio da Terra. Quem for por Deus que me siga.' Ao deparar com Dália, grávida de um dos rapazes, Edivânia perdeu as estribeiras de vez. 'Vamos tirar a besta do Apocalipse que mora nesse corpo', gritou, desferindo uma pedrada na testa da outra. Em seguida, Edivânia sacou de uma faca e fez picadinho do tal colchão. Suas caras e bocas foram um capítulo à parte – dignas de O Exorcista".

Mais uma vez, as novelas da Globo apresentam um estereótipo de acordo com a concepção deles do que seja um evangélico. De minha parte, nunca vi um crente, por mais fanático que fosse, agir como a tal da Edivânia – a menos que fosse completamente louco. E esse parece ser o ponto. Querem associar religião (ou o que eles entendem por religião) com loucura. Prova disso? Veja afirma que, ao ser escalada para o papel, Susana Ribeiro recebeu uma orientação do diretor Wolf Maya: deveria parecer louca.

Se os autores e produtores de novelas pesquisassem um pouco mais, perceberiam que há seres pensantes entre os evangélicos; pessoas cujo comportamento e crenças nada têm que ver com as loucuras dos personagens que eles criam para entreter milhões de expectadores que parecem não ter nada mais útil para fazer do que desperdiçar horas em frente à tela.

“Vamos tirar a besta do Apocalipse que mora nesse corpo.” Que é isso?! Se a pessoa lê um pouquinho que seja da Bíblia, já vai perceber que essa frase é fruto de total desconhecimento do universo escriturístico e evangélico. Seria bom o Aguinaldo fazer um cursinho bíblico, assim como os atores costumam se enfronhar nos costumes e hábitos dos personagens que vão interpretar.

Ainda segundo Veja, "depois da exibição, o serviço de atendimento ao espectador da Globo registrou várias reclamações de fiéis [ué, tão vendo novela?]. Mas isso não impediu a novela de pôr mais lenha na fogueira no capítulo seguinte. Heraldo e Bernardinho foram salvos do linchamento pela intervenção de Juvenal Antena (Antonio Fagundes), de revólver em punho. Depois de escapar da turba de Edivânia, Dália deu à luz no meio do mato. 'Nossa Senhora, salve esta criança', rogou, como uma boa católica. E tanto o bebê quanto ela se safaram."

Que eu saiba, um "bom católico" não iria defender esse triângulo adúltero. A Globo extrapolou em sua defesa velada de uma denominação religiosa e em seu ataque aos que têm fé diferente, incitando os telespectadores a odiar os evangélicos e apoiar comportamentos considerados (ainda) imorais.

fonte: Site michelsonborges.com